5° ENCONTRO - GRIGRIS

TRAILER








SINOPSE



Direção: Mahamet-Saleh Haroun. 2013. Chade-França.
Apesar de uma perna paralisada, Grigris sonha em viver da dança - um grande desafio. Seus sonhos são frustrados quando seu tio adoece. Para salvá-lo, Grigris resolve trabalhar para traficantes.

CRÍTICA



GRIGRIS.


Por Fabricio Duque

“Grigris”, de Mahamat-Saleh Haroun. É a zebra da competição do Festival de Cannes 2013. Não é um filme ruim em hipótese nenhuma, mas destoa consideravelmente das outras produções. Dizem aqui em Cannes que é um filme de política internacional. Os atores são excelentes dentro de uma estrutura fílmica bem feita, mas se torna comum, ingênuo e “apenas” um trabalho apaixonado do realizador. Há estímulo referencial a outro filme  de estética semelhante, “Rebelle”, que foi indicado ao Oscar este ano.

O Diretor Mahamat-Saleh Haroun nasceu em Chade, na África Central, mas vive na França desde 1982. Estudou no Conservatório Livre do Cinema Francês, em Paris. Em 1994, estreou na direção com o curta-metragem Maral Tanié. Cinco anos mais tarde, roteirizou e dirigiu Bye Bye Africa, seu primeiro longa. Exibiu seu filme seguinte, Abouna (2002), na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Com Temporada de Seca (2006) recebeu cinco prêmios no Festival de Veneza, entre eles o Prêmio Especial do Júri.  Ganhou o prêmio do Juri por “O Homem Que Grita”.

Fonte:  http://vertentesdocinema.com/2013/05/02/cannes-grigris/


                 

Nenhum comentário:

Postar um comentário